05 MATERIAIS ELÉTRICOS que a ENGEHALL não UTILIZA em INSTALAÇÕES NOVAS ❌ (Versão Corrigida)

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Fala meus queridos, tudo massa?

O que você olha primeiro na hora de comprar material elétrico? Preço? Qualidade? Se é aprovado pelo Inmetro ou outro órgão equivalente?

Bom, estou perguntando isso porque constantemente somos questionados em nossos cursos, seja no eletricista profissional, no viver de projetos, no de comandos elétricos ou no de energia solar lucrativa, quais são os materiais que recomendamos em nossas obras.

E assim, não tem muito segredo, nossa resposta é sempre a mesma: Nós apenas usamos e recomendamos materiais que sejam, reconhecidos e aprovados pelos órgãos competentes, e o principal, materiais que são aprovados pela maioria dos instaladores.

Enfim, no vídeo de hoje, vou mostrar cinco materiais que a Engehall não utiliza em instalações novas, e tenho um convite ainda especial, se você tem vontade de se tornar um profissional certificado pela Engehall, aguente firme aí no vídeo, que falo mais sobre esse assunto!

Em quinto lugar, uma coisa que não usamos mais nas nossas obras são os conectores perfurantes, mais conhecidos como morceguinhos. Já fizemos teste com eles em nossa MDC, porém, apesar de terem se saído bem, minha experiência profissional com eles não foi satisfatória, já tive problemas de mau contato em partes da instalação usando esses camaradinhas aqui. Tirando também que na minha opinião não é tão prático de se instalar comparado a outras soluções de mercado. Enfim, devido a essas dificuldades que tivemos, deixamos de usar!

Em quarto lugar temos a tal fita isolante líquida.
Particularmente compramos apenas uma vez para testar, mas o principal motivo de não usarmos e também não recomendar o seu uso é o fato que não encontrei em lugar nenhum informação sobre aprovação deste produto pelo Inmetro, nem no site do Inmetro e nem no site dos fabricantes que as comercializam. Além disso, outro motivo de não usarmos é a falta de tempo. Infelizmente usando essa solução, temos que esperar a cura do material antes de energizar o circuito, haja paciência.

Em terceiro lugar… a eterna polêmica… é fazer solda em conexões elétricas… Bom eu já me posicionei diversas vezes sobre o uso de solda nas conexões. Um dos motivos que não uso é a própria recomendação da NBR 5410 de não usar, e o fato dela proibir seu uso nas pontas dos cabos. Além disso já fizemos este teste aqui com a solda sob uma emenda da MDC, máquina de sobrecorrente aqui do canal e comprovamos na prática que ela não afeta em nada numa emenda bem feita, ou seja, na minha opinião é muita perda de tempo usar solda nas instalações elétricas.

Em segundo lugar a gente também não usa nas obras novas os disjuntores do tipo NEMA. Um dos motivos é que eles costumam ser mais caros do que os disjuntores DIN, possuem uma capacidade de interrupção de curto circuito e sobrecarga maior do que os disjuntores DIN, ou seja são mais lerdões , o espaço que ele ocupa no QDC é maior também e o sistema de fixação dos cabos nos terminais dos disjuntores DIN é mais seguro do que nos disjuntores NEMA, pois utiliza terminal tipo braçadeira com ranhuras.

Agora, em obras que a gente é chamado apenas para substituir um disjuntor, ou reformar um circuito apenas, a gente mantem o padrão, e claro troca apenas a peça com defeito, por isso é importante conhecer as especificações e saber usar o NEMA também quando preciso

E em primeiro lugar temos a eletrofita. Turma, já aviso de antemão que não quero depreciar a marca ou a ideia, até porque é uma ideia boa, mas vamos às nossas razões. Primeiro, ela não é regulamentada. Como vou instalar algo que não está regulamentado? Ainda mais sendo vulnerável a impactos devido a forma que sua instalação é feita, sem proteção mecânica alguma, apenas massa corrida e tinta, também já fiz vídeo dessa mocinha aqui sendo testada na MDC, o resultado me surpreendeu, mas continuo reforçando, a falta de informações técnicas e certificações não me deixa confortável para usar ou recomendar!