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PENSA num eletricista AZARADO por NÃO SABER COBRAR

André, existe algum meio de precificar nossa mão de obra com mais precisão e perder de vez o medo de dar um preço que esteja caro ou barato demais?

Bom, meu querido, tenho 3 BOAS NOTÍCIAS para a aula de hoje, e a PRIMEIRA DELAS é que existem algumas técnicas para cobrar o preço certo e não ser taxado como um eletricista azarado que não sabe sequer cobrar, como eu já fui!

Saber o valor que precisa ser cobrado pelos seus serviços acaba sendo um problema de muitos profissionais autônomos, inclusive eu me incluo nessa porque eu também cheguei a trabalhar de graça, nas vezes que resolvi fazer as contas de cabeça e dar o preço pelo “chute” mesmo.

Só que aí que tá o problema, definir seu preço é algo que exige bastante atenção, afinal, um preço “errado” causa um estrago imenso em sua conta bancária de um jeito ou de outro!

Se cobrar caro demais, não pega serviço, se cobrar barato demais, paga para trabalhar…

E no meu caso não foi diferente!
Eu fui o eletricista azarado logo quando eu mudei da minha cidade, Caratinga no interior de Minas, para Lagoa Santa, aqui na região metropolitana da capital, eu tinha uma tabelinha de preços médios que eu mesmo criei para alguns serviços que fazia lá no interior!

E eu me lembro muito bem de um interfone coletivo que peguei pra instalar na capital.
Em Caratinga, eu cobrava uma média de 300 reais para instalar um modelo de 4 chamadas na época, passando os fios e fazendo todas as ligações.
Sem ter a maldade passei pro cliente o mesmo valor, afinal era o mesmo serviço né. Ele por ser um conhecido do meu sogro, chegou pra mim e falou, cara, o mais barato que me cobraram para instalar esse interfone foi 600 reais e o mais caro chegou a 1000. Você tá tomando boi nesse preço.

Eu agradeci a ele por ser sincero, e ele ainda foi de boa comigo e falou que eu estava chegando agora na cidade e queria me ajudar a entrar no ramo. Por isso ele acabou me pagando mais pelo serviço e confiou no meu trabalho, o bom é que o interfone tá funcionando até hoje.

Enfim, depois dessa, eu comecei a pesquisar mais os preços praticados na cidade, fiz um levantamento de custos que eu tinha, e construí uma metodologia de precificação que fez a Engehall chegar onde está hoje e que acabou virando mais uma ferramenta nossa.

Ficou curioso né, mas primeiro vamos entender melhor sobre preços de mão de obra:

Na área elétrica existem basicamente quatro formas de se cobrar pela mão de obra! Cobrança por ponto, cobrança por metro quadrado, cobrança por hora e a cobrança diária, e cabe a você buscar a que mais se encaixa com sua realidade.

Cobrar por ponto é quando o eletricista chega numa obra para passar fios, ele vai lá conta quantos pontos de tomada, iluminação, e por aí vai, tem na obra, e multiplica essa quantidade de pontos por um valor.
Por exemplo: O eletricista contou 100 pontos numa obra, e cobra R$15,00 por ponto, ele então vai cobrar R$1.500,00 por aquela instalação.

Já a cobrança por m² é quando temos uma planta baixa do imóvel e sabemos o tamanho da obra, daí multiplicamos a área em m² por um valor fixo.
Por exemplo: A obra tem 200m², e o eletricista cobra R$10,00 no metro, ele então vai cobrar R$2.000,00 por aquela instalação.

Tem também o que cobra na diária. Esse aí dá um preço fixo do dia para o cliente e vai fazendo e recebendo semanalmente, só que também ele não dá uma previsão de término exata. Se ele tá cobrando lá 200 ou 400 no dia, tanto faz pra ele, tá recebendo no dia e é isso aí.

Particularmente eu não gosto muito dessas metodologia de precificação. Não que elas estejam errada, cada um escolhe a melhor forma de cobrar, mas eu aqui na Engehall prefiro calcular meu serviço na hora e vou explicar pra vocês o porquê daqui a pouco!

Afinal antes de montar seu preço, você precisa fazer as seguintes perguntas:

Quais são os custos do trabalho que você irá fazer?
Você tem ajudante?
Qual a sua margem de lucro?
Quais são as suas despesas fixas?

Você sabia que as despesas fixas são os custos mais esquecidos e são os que mais causam prejuízos quando não são contabilizados?

Mas é claro que eles não devem ser repassados diretamente aos clientes, mas devem ser contabilizados, como por exemplo, aluguel, água, luz, telefone, combustível, manutenção de seus equipamentos, treinamentos etc…